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6.2 Budismo, uma religião sem Deus

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06. 2  BUDISMO
1. Como se deu a origem do budismo?

Um príncipe da Índia, mimado, criado longe de todo tipo de sofrimento, sai para ver o mundo e se depara com a implacabilidade do tempo na pessoa de um velho alquebrado, andando com bengala. A morte, num enterro. A dor, diante de uma pessoa cheia de chagas. Deve ter sido traumático. Menos ruim foi a visão do quarto personagem.

A paz [?] no olhar de um asceta magérrimo, nu, com sua tigela de esmolas. [imagino ser a mesma expressão de certos animais, mostrados em close na TV, especialmente macacos, inteligentes, mas não o suficiente para romper o estigma da irracionalidade. É uma quieta resignação ante o inevitável; isso é paz? Aos derrotados, prisioneiros, os que viveram em campos de concentração sob os nazistas, havia ausência de luta – era a aniquilação do ser pela intimidação, coerção, pela sobrevivência em condições sub-humanas, pelo medo, pela tortura: Isso é vitória?]

Num arroubo de irresponsabilidade e egoísmo, esse príncipe despede-se da mulher e filho recém-nascido e parte, em busca... do quê? Busca a ausência das contingências da vida – achando que isso significa a perfeita felicidade, como se a ausência de reações interiores às contingências da vida fosse a expressão máxima de aprimoramento espiritual. O pior é que tem gente que busca isso porque: “o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos” 2 Co 4.4, “pois os atributos invisíveis de Deus, Seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis; porquanto, tendo conhecido a Deus, não O glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes nas suas especulações se desvaneceram, e seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos”, Rm 1.20-22.

Após sete semanas de abstinências, penitências, tentações do diabo, meditando – como pôde? - foi “iluminado”, descobriu como chegar ao estado de “sem reação interior”, isto é AO NADA, sem ter que passar por inúmeras reencarnações ou, pelo menos, diminuir o número delas. Saiu por toda parte pregando seu achado. Viveu até os 80 anos. Sua filosofia foi divulgada por transmissão oral, daí inúmeras variações e adaptações locais.

Nascido em cerca de 560aC, iluminado em cerca de 540, 530... só em 245aC, portanto, quase 300 anos depois, num concílio de 500 monges, o budismo teve sua primeira versão escrita na língua Pali, divulgado maciçamente sob a liderança de Açoka [?]. Depois da morte deste, divide-se em duas linhas sendo que a do sul preserva a língua pali e a do norte transcreve em outra língua, ramificando-se em diversas seitas.

No século 13, no Japão, Nichiren [1222-1282] diz ter encontrado a essência do verdadeiro budismo nos ensinos da Sutra do Lotus. Divulga sua versão, criticando a religião existente e o governo, conclamando ao ativismo político. Depois de sua morte, também surgem duas linhas, uma sob a liderança de leigos que cresceu espantosamente, após 1.960, inclusive nos Estados Unidos onde conta hoje com, no mínimo, 500 mil associados. A base da filosofia é o poder para realização de seus objetivos e “intimidação” meio eficiente de proselitismo.

2. Quais as principais doutrinas do budismo?

Deus e o Universo - idéia vaga, impessoal, sem começo nem fim. Demônios - esses, sim, são personalidades atuantes. Existem para desviar as pessoas do caminho que leva a Buda. Sem Deus, só podem temer aos demônios (gera muita superstição).

Culto aos ancestrais, pois alguém só acha o caminho que leva a Buda, se existir na memória, com carinho, de alguém vivo na terra. Daí, a obrigação dos parentes próximos. Reencarnações sucessivas para mais ou para menos, dependendo se foi bom ou mau naquela vida. Se não há Deus, quem administra as reencarnações? Só crêem em demônios...

Facilmente se chega conclusão de que é filosofia demoníaca.

Destino: os sofrimentos da vida são determinados por maldades praticadas em vidas anteriores.

Homem: para algumas linhas o homem = folha em branco que ele mesmo vai definindo, bom ou mau, conforme suas ações. Outras, admitem que egoísmo, ignorância, e outros fatores negativos “acendem” os desejos, dificultando a ascenção dos homens.

Céu é estado de espírito. Ausência de prazeres e desejos. Rico em sabedoria [?]. Sem nada para pagar, não precisa renascer para sofrer. Ênfase na resignação e boas obras.

3. Budismo versus Cristianismo

Não adotam nenhum deus. Cremos em Deus vivo, eterno, pessoal.
Todo desejo é pecado, leva ao pecado. Admite-se bons desejos = Lc 22.15, e outros
1 Co 14.12, 2 Co 5.2, 8 1 Pe 2.2 3 João 2
Não crêem no pecado original 'nasci em iniquidade'... Sl 51.5; Rm 4.12
Leis morais misturadas c/ leis cerimoniais A Palavra, Gabarito de conduta.
Batismo e Ceia, cerimônias informais
Acreditam em reencarnações em contraposição a Hb 9.27 “aos homens...morrer uma só vez,
vindo depois disso o juízo”
Centrada em si mesma Centrada pela fé em Cristo Hb 12.2; Gl 2.20
A morte é parte de um ciclo Morte é fim de um ciclo Hb 9.27
O corpo é apenas “casca” para o espírito O corpo ressuscitará para o juízo final,
Ap 20.13 o mar deu os mortos = isto é:
Os corpos dos mortos...
Não faz proselitismo?
E a linha do Japão que convence por intimidação?
“Ide, fazei discípulos...” Mt 28.19

4. Semelhança

Alguns pecados = roubo, assassinato, adultério e mentira. Dez mandamentos.

Aparentes semelhanças

  • Crê na reencarnação de Buda [só que Jesus vai voltar, não vai reencarnar]
    At 1.11 ... esse Jesus que dentre vós foi elevado aos céus, há de vir como para o céu o vistes ir.
    Ap 1.18 [Jesus, falando de si] e O que vivo; fui morto, mas eis aqui estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do hades [ou inferno]
  • Na vida prática, afastar-se do pecado e buscar certas atitudes, como ser benevolente, perdoar ofensas, negar-se a si mesmo, participar das alegrias e tristezas dos outros, resignados ao sofrer. Mesmo que pareçam semelhantes, se observadas superficialmente, na realidade, essas atitudes têm motivação completamente opostas:
    • No budismo é auto controle, ativa o domínio pelo poder da mente, visa proveito próprio.
    • No cristianismo é conseqüência, o que segue à entrega da vida a Cristo Gl 2.20, visa glória de Deus Cl 3.17.
      É fruto do Espírito, não de esforço próprio chamado “carne” na Bíblia Gl 5.22-24. Como o fruto, brota naturalmente, resultante do atuar do Espírito no cristão.

5. Resumo dos ensinamentos do budismo

“Somos o que pensamos“ - Buda.

Acreditando na reencarnação, o grande lance é escapar delas. Para tanto, é preciso não pecar mais. Como conseguir essa façanha?

Sendo pecador, naturalmente, pecamos. Exemplo: quem ensinou um bebê a ser birrento, ou mentir quando sabe que fez uma coisa que não era para fazer?

Não acreditando no pecado original, responsabilizam a ignorância como causa do pecado; é preciso livrar-se dela pela meditação, pela aceitação de Quatro Verdades: cujo resumo é o sofrimento, a essência deste mundo e desejos pessoais são a causa do sofrimento, daí... extinguindo-se os desejos, elimina-se o sofrimento. Como? Propõe-se Oito Nobres Caminhos que podem ser resumidos numa frase... correto modo de viver obtido pela Meditação, para controlar os Sentimentos, Vontade, Idéias(Razão) Expressão: fala, atitudes 2- Auto-ajuda para as próprias desordens. Controle mental de princípios físico-psiquicos.Os mais perto de não pecar, isolam-se em mosteiros. Monges e monjas precisam obedecer a dez mandamentos e buscar atitudes semelhantes às do cristão [ver aparentes semelhanças]. O resto, é um monte de regras e superstições.

Conclusão: O que eu, como cristã, diria a um budista?

Diria - Raciocina comigo... Olha este mundo: a natureza, o mar, as estrelas. Perfeito equilíbrio matemático! Acha que é por acaso? Tudo tão organizado e funcionando sincronizadamente. Acha que tudo se ajeitou sozinho? Como um ser ínfimo perante a grandiosidade da criação, consegue dominar as forças da Natureza?

Há um livro que explica tudo isso e muito mais. É a Bíblia.

O que é a Bíblia? Uma enorme carta sobre o amor de Deus. Que quer Se dar a conhecer a você, por isso permite que nossos caminhos se cruzem. Não é um livro que tem todas as respostas, pois um bom dicionário é maior do que a Bíblia. Mas é um livro que diz tudo o que preciso saber para me decidir a andar com Deus. É um livro para ser lido com o coração, pois fala de um Ser Supremo que quer se relacionar em amor com o homem e, por isso, Se revela.

Conta como realmente são as coisas espirituais, para podermos discerni-las corretamente. Conta como Ele é, o que pensa, o que sente, e como cumpre o que promete. Também conta as coisas que vão acontecer, muito tempo antes, pois nos quer como amigos. É Deus Santo, Justo, Soberano do Universo, Todo Poderoso, Sua presença enche o Universo, sabe tudo a respeito de todas as coisas... mas não é tirano, por isso o homem pode escolher adorá-lO e servi-lO, ou não.

“Bolou” um plano maravilhoso para nos perdoar, continuando a ser absolutamente Justo. Nivelou todos os homens, dando oportunidade igual para todos, independente de inteligência, temperamento, habilidade, conhecimento, experiência

É pela fé... depende da atitude do meu coração em relação a Ele.

É pela graça, pois, sabendo ser impossível ao homem alcançá-lO, Ele cobriu a distância que nos separa dEle, vindo até nós e pagou um alto preço para nos levar de volta até Ele, para que possamos viver em comunhão com Ele desde já, e por toda a eternidade.

Para cada afirmação, há um versículo que você mesmo poderá ir conhecendo, aos poucos, à medida que for lendo a Bíblia e conhecendo pessoalmente esse Maravilhoso Senhor do Universo e a Jesus, nome acima de todo o nome que, um dia, “ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória do deus Pai.” Fp 2.10-11

Aqui, cabem duas colocações:

  • Podemos escolher reconhecer agora a soberania de Jesus, e estarmos ao Seu lado então... Ou vivermos como acharmos melhor, e reconhecer a soberania de Jesus quando não houver mais possibilidade de opção: estaremos para sempre separados de Deus (isso é a morte eterna)
  • Se for verdade que há muitas oportunidades, os cristãos terão outra chance de opção... mas, se a verdade for que há apenas uma vida, e depois... o juízo, como diz a Bíblia, Hb 9.27. Os que crêem na reencarnação estão perdendo a ÚNICA oportunidade de optar pela salvação oferecida por Deus: a vida eterna pela fé em Jesus ”como diz as Escrituras” - João 7.38, 5.24

FIM








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