zz Gl 3.13... Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; pois está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro
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devocional do dia
Nada meu
“Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum.” At4:32
Uma das primeiras frases que meus filhos aprenderam a falar foi ”é meu”. Não ensinei, mas aprenderam cedo. O senso de posse é algo que nos traz um juízo de valor, uma certa segurança – falsa por sinal.
Se não bastasse possuir coisas, queremos ter pessoas debaixo de nosso poder. O testemunho da igreja primitiva é algo completamente diferente do que conhecemos.
Lemos o texto como se fosse poesia aos nossos ouvidos, sem atentar realmente no que diz. Nossos irmãos da Primeira Igreja viviam em unidade e compartilhavam o pouco ou muito que tinham.
Não se consideravam donos das coisas, mas mordomos responsáveis, prontos a dividir. Nosso conceito de mordomia precisa ser revisto.
Estamos cercados de coisas que não usamos ou usamos mal, enquanto irmãos próximos podem estar enfrentando necessidades e nem sabemos.
Lembro com tristeza da cena de um pastor passando sozinho de carro, com ar condicionado, acenando para o irmão a pé, suando sob o sol escaldante - os dois indo para a mesma igreja!
Precisamos perceber que a atitude de compartilhar é resultado da unidade de coração e alma, de busca por Deus e Sua Palavra.
Só o Senhor pode transformar nosso senso de exclusividade em disposição em compartilhar!
Pense no que considera exclusivamente seu. Esta avaliação nos leva a perceber o tamanho da transformação que o Senhor quer promover em nossas vidas.
Que nosso coração não resista ao mover do Senhor, para que possamos caminhar rumo ao exemplo da Primeira Igreja e dizer “nada é meu”!
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