zz 2Tess 2.8... E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda;
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devocional do dia
Os sonhos de Deus
“José teve um sonho e o contou aos seus irmãos; por isso, o odiaram ainda mais. Ele lhes disse: — Peço que ouçam o sonho que tive. Sonhei que estávamos amarrando feixes no campo, e eis que o meu feixe se levantou e ficou em pé, enquanto os feixes de vocês o rodeavam e se inclinavam diante do meu. Então os irmãos lhe disseram: — Você pensa que vai mesmo reinar sobre nós? Pensa que realmente dominará sobre nós? E com isso o odiavam ainda mais, por causa dos seus sonhos e de suas palavras. José teve ainda outro sonho, que ele contou aos seus irmãos, dizendo: — Sonhei também que o sol, a lua e onze estrelas se inclinavam diante de mim. Quando José contou esse sonho ao pai e aos seus irmãos, o pai o repreendeu, dizendo: — Que sonho é esse que você teve? Você está querendo dizer que eu, a sua mãe e os seus irmãos iremos e nos inclinaremos até o chão diante de você? Os irmãos tinham inveja dele; o pai, no entanto, guardou aquilo no coração.” Gn37.5 a 11
Deus escolhe a forma de se revelar e falar com seus filhos. Com José, o instrumento de comunicação que Deus escolheu foram os sonhos. Encontramos a presença de sonhos entrelaçados à vida deste filho de Jacó.
Primeiro foram os sonhos que José teve na adolescência, descritos no texto lido hoje. Depois os sonhos eram do copeiro e do padeiro, presos com José, e sob seus cuidados. E por fim, os sonhos eram do Faraó, o homem mais importante do mundo naquela época.
Na adolescência os sonhos pareciam ser pessoais, onde José seria exaltado e sua família estaria rendida aos seus pés. Os irmãos que tinham inveja dele, pelo relacionamento mais próximo e afetuoso com o pai, ficaram indignados com a arrogância do jovem.
Jacó, o pai de José, ouviu os sonhos do jovem e, segundo o texto, “guardou aquilo no coração”. O fato é que nem José, nem os irmãos e nem o pai sabiam que os sonhos foram dados por Deus, e se cumpririam com parte de um plano muito maior do que os conflitos familiares.
José foi vendido como escravo para o Egito, na casa de Potifar, foi preso pela falsa acusação de assédio da esposa do seu senhor, foi esquecido na prisão por 2 anos pelo copeiro-chefe, depois de lhe pedir que se lembrasse dele ao voltar ao palácio.
Em meio aos episódios difíceis e injustos na vida deste servo, uma frase se repete na narrativa bíblica: “O SENHOR Deus estava com José”. Foi a presença de Deus que sustentou José em todo tempo. Foi o Senhor que transformou o jovem sonhador no segundo homem do Egito, abaixo apenas de Faraó. Foi o Senhor que capacitou José para interpretar os sonhos dos outros, mesmo quando os seus próprios sonhos não se cumpriam.
Mais de uma década depois dos seus sonhos, o próprio José reconheceu a mão de Deus conduzindo sua vida e a história para preservar com vida o seu povo, os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó, ao todo, setenta pessoas. Seus invejosos irmãos lhe pediram perdão e José não usou a oportunidade para enfatizar o erro deles. José olhou para Deus e para o que ele fez; e assim consolou seus irmãos e lhes falou ao coração (Gn50.21).
A história de José nos ensina que os sonhos de Deus nunca são apenas para nós, pessoalmente. Os sonhos que Ele planta em nosso coração fazem parte da história maior do povo e do reino de Deus, e só serão cumpridos, no tempo de Deus, da forma de Deus e para glória de Deus!
Que possamos aprender a sonhar os sonhos de Deus e viver com a certeza de que a boa mão do Senhor está conosco!
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