zz Hebreus 2.14
2.14...como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo 15 E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão
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devocional do dia: nos profetas
4 - Lábios impuros
“Então eu disse: — Ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de lábios impuros; e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos! Então um dos serafins voou para mim, trazendo na mão uma brasa viva, que havia tirado do altar com uma pinça. Com a brasa tocou a minha boca e disse: — Eis que esta brasa tocou os seus lábios. A sua iniquidade foi tirada, e o seu pecado, perdoado.” Is 6.5 a 7
Como você lida com os seus pecados? Como anda sua prática de confissão de pecados? A história de Isaías nos ensina muito sobre isso. Isaías foi um dos grandes profetas de Deus.
O profeta era considerado a boca do próprio Deus; falava em nome de Deus. Sua missão era denunciar o pecado da nação, apontar as consequências e chamá-los de volta ao caminho do Senhor.
O texto de hoje nos revela os bastidores da vida de Isaías. O profeta deveria usar sua boca, as palavras, para falar em nome de Deus, mas a boca de Isaías era impura. É provável que ele já sabia de seu problema, mas ao contemplar o Senhor e sua santidade, ele sentiu o peso dos seus pecados a ponto de confessar: sou pecador e todos ao meu redor também são pecadores.
Mais do que isso, Isaías deu nome ao seu pecado: lábios impuros!
O que motivou a confissão do profeta foi ver um vislumbre da glória de Deus! Isaías se viu ao chão, sem títulos, sem capacidade, sem meias palavras; ‘Ai de mim, estou perdido’ foram as palavras daquele que deveria saber os caminhos...
O que aconteceu depois de sua confissão nos enche de esperança: Isaías foi curado por Deus. Um serafim tirou uma brasa do altar e tocou a boca do profeta dizendo: “a tua iniquidade foi tirada e teu pecado perdoado”. Maravilhoso Deus que perdoa e cura!
Pensando em nosso momento, como mundo e nação, como igreja e como indivíduos, precisamos encarar nossos pecados; os nossos e os de nosso povo... Muitas confissões precisam ser feitas...
Por que não vemos este movimento de arrependimento e confissão? Porque não caímos aos prantos dizendo ‘ai de mim, estou perdido’? Por que não damos nomes aos nossos pecados e deixamos Deus os tratar, ainda que com brasas vivas do altar?
Talvez a resposta esteja no relacionamento que temos tido com Deus e Sua Palavra; talvez seja a falta de contemplação de Quem Deus é, da Sua santidade e de quanto o ofendemos com nossos pecados.
Precisamos reconhecer que as circunstâncias que nos rodeiam têm a permissão de Deus e servem aos Seus propósitos. É tempo de nos voltarmos ao Senhor em confissão e arrependimento.
Quanto mais próximo você estiver de Deus, mais consciência dos seus pecados terá, a ponto de se prostrar diante dele em confissão, recebendo perdão e cura. Cada vez que se deparar com o pecado da sociedade, do povo, da nação, da igreja, confesse esses pecados a Deus, clame a Sua misericórdia.
Que o Senhor nos mova a um novo avivamento, fruto de corações quebrantados em arrependimento diante do Santo Deus! “Ai de mim, estou perdido...sou pecador e habito no meio de pecadores”.
Tem misericórdia de nós, Senhor!
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